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Mesmo com a tarifa de imagem da covid-19 no Distrito Federal em queda, especialistas ouvidos pelo Portador alertam que há riscas de nova irrompimento de casos, se não forem mantidos os afazeres para prevenção em oposição a o andaço. De acordo com pesquisa do grupo PrEpidemia, da Faculdade de Brasília (UnB), a tarifa de transmissão da enfermidade entre pessoas — R(t) — está em 0,88. Na execução, isto ou seja que 100 infectados, em média, transmitem o vírus a 88 indivíduos. O índice médio chegou a estar, em maio, em 1,25. Porém, a capital não alcançou imunização coletiva, ou de bando, explicam epidemiologistas, e o resultado crédulo dos últimos dias é fruta das atitudes de querela tomadas até agora e da diminuição de indivíduos suscetíveis em circulação nas ruas. Outrora, 1.021 novos casos foram registrados, além de 22 mortes. Ao todo, são 180.844 confirmações, 3.022 óbitos e 169.645 recuperados.

“ Este início de queda é bastante atual e bastante apavorado. Você necessita ter queda continuada em casos e óbitos para se alcançar a uma situação de mais placidez. Não se pode descansar. O fundamental é que o governo continue a seguir bastante para garantir que a queda se mantenha e, se verificar aumentos, tem de ter audácia de voltar atrás e ingerir atitudes mais rígidas”, explica o epidemiologista Mouro Niskier Sanchez, da UnB. “Se não houver afazeres, podemos ter um retorno ao correio mais grande de casos, e nem sequer será uma segunda onda visto que não saímos da primeira.”

O profissional explica que a queda na transmissão é resultado das aquilo que se faz de distanciamento e de atitudes de prevenção e batalha, como o utilização de bebida alcoólica em gel e de máscaras. “ Como a gente está em platô estirado a partir de junho, então há muito tempo nessa história, em um hora veríamos um resultado. A boca que resultou similarmente não foi completo. Estamos começando a colher estes resultados das atitudes não farmacológicas. Lamentavelmente, são ganhos que estamos tendo um pouco tarde ”, acrescenta.

Assim como Sanchez, o epidemiologista Walter Massa Galho refuta a tese de que a capital federal chegou a um ponto de imunização coletiva. “ No momento em que isto acontece, a gente possui uma tarifa de andaço bastante baixa e é um demonstração de que não possuimos mais transmissão na nossa clube. Isto não ocorreu no DF. O vírus continua circulando”, atento.

Galho destaca como a motivo para a queda na imagem do vírus o feito de que o algarismo de indivíduos suscetíveis à enfermidade está menor. “ Perante dessa situação de que aumentamos o contato e diminuímos o clausura, e mesmo dessa maneira as taxas não estão aumentando ( evidencia diminuído ), possuimos uma motivo que a gente pode anunciar que é próprio cansaço de suscetíveis. Se não há vacinas e remédios, a única maneira de evitar o andaço é o clausura comunitário. Se isto não está ocorrendo e há queda, é visto que uma grande bocado da nossa clube já foi infectada”, comenta.

Recomendações

Não obstante, a bocado de suscetíveis descrita pelo formador faz referência a indivíduos que se expõem à eventualidade de serem contaminadas, como as que precisaram seguir trabalhando presencialmente e usando transporte público. Quem seguiu o distanciamento com mais aspereza até agora continua no grupo que não possui intervenção em oposição a o vírus e, caso não siga as recomendações, passa a ser alvo para contaminação. Está nesse coeficiente o essencial perigo de que o DF tenha nova irrompimento de casos.

“ No momento em que a gente diz que há redução da suscetibilidade, não ou seja que há imunização de bando e que estamos sem perigo. Desejaremos expressar que aquelas indivíduos que seguraram o alto correio antes são o grupo que está mais imunizado hoje, porém as indivíduos que ficaram recolhidas são altamente suscetíveis e, se tiverem contato ampliado, nós vamos ter um outro boom”, segue Galho. Isto, pondera o formador, vem sendo registrado em países da Europa, como Espanha.

Vigilância

Cássio Roberto Leonel Peterka, diretor de vigilância epidemiológica da Secretaria de Saúde, afirma que o governo possui tratado, a partir de o início da pandemia, equipes atentas para a discórdia e que a queda nos números não significa hora de placidez. “ Essa diminuição que possuimos averiguado nos últimos dias não está nos livrando da transmissão do coronavírus no DF. É um conjunto de aquilo que se faz que vai a partir de a Secretaria de Saúde e GDF, ao ajuda da indivíduos com atitudes de clausura, evitar maioria, utilização da falsidade, lavar as mãos. Ainda que tenha muita prospectiva de vacina, ou mesmo tratamento de indivíduos com plasma amadurecido, tudo está bastante na ciclo de pesquisas iniciais. Por isso, a gente continua trabalhando para identificar os positivos, ir atrás dos contatos e aconselhar para que sigam atitudes de prevenção ”, detalha. “ A gente possui, hoje, sistema de vigilância no DF bastante dominador em que a gente pode sintonizar casos positivos da barga privada e pública.”

Ele destaca que a indivíduos necessita seguir conduzindo-se as recomendações. “ Mesmo com essa diminuição de casos, as aquilo que se faz não farmacológicas são as mais efetivas para diminuir a transmissão deste vírus. É uma atuação que não adianta julgar que apenas a vigilância ou a Secretaria de Saúde vai solucionar. Necessita do ajuda de todos. A gente está em diminuição, porém isto não é fruta único da atuação do governo, é similarmente pelo ajuda da indivíduos ”, afirma.

Vagas abertas para vacina em oposição a covid-19

Em orientação no Hospital Universitário de Brasília (HUB), os testes feitos com vacina chinesa em oposição a a covid-19 continuam com boca para a comunicação de voluntários. Para se candidatar, é necessário ser profissional da saúde do DF e se associar no site https://app.profiscov.com. “Estamos na ciclo de recrutamento e introdução de integrantes e similarmente vacinando e acompanhando os voluntários que já entraram”, conta o cabeça do Setor de Gestão da Estudo e Novidade Tecnológica do HUB, Fernando Araújo.

A objetivo no DF é alcançar a 852 integrantes do pesquisa. Tanto o HUB quanto o Instituto Butantan, que coordena a avaliação dos dados e a estudo, não conseguiram confirmar o completo de voluntários inscritos especialmente na capital federal nos dias de hoje. No Brasil, havia cerca de 4 mil, com dados do início da semana, de acordo com o Butantan. A objetivo é alcançar a 9 mil.

Na UnB, como em mais centros do país, faz-se a vacina e o orientação dos voluntários. A avaliação dos dados e a conservação dos resultados, porém, ficam a cargo do Butantan. “ Nós aplicamos a vacina em duas doses e acompanhamos de acordo com o registro necessita de, fazendo testes, exames de sangue. Isto endereçado para lá e a partir daí se analisa a eficiência e a segurança do utilização da vacina ”, explica Araújo.

Variáveis

Não há suposição de no momento em que os resultados concretos dos testes comecem a sair e de em que momento a fabricação da vacina será capaz de ser efetivada. “Depende de uma série de variáveis. A gente possui uma desejo de que este hora chegue logo e tenha um algarismo de membro com relevância que nos permita precipitar o resultado, porém a gente não pode achar que é possível e simples. É complexo e são várias variáveis”, pondera.

Araújo esclarece que o feito de ocorrerem testes no DF não faz com que a capital tenha prevalência para ganhar a vacina caso a fabricação possa, de fato, acontecer. “ Não possui nenhuma pactuação em correlação a isto e a gente não possui regência para essa decisão.”

Questionada pelo Portador sobre a consumo do GDF por programas de progresso de vacinas, a Secretaria de Saúde informou que, ainda que tenha reavido grandes avanços nas pesquisas pelas vacinas para a prevenção da covid-19, não há indicação definitivo sobre a amparo de vacina na barga do SUS. “A equipe de imunização do DF é composta por profissionais de destacado discussão e experiência na setor, estando preparada para esgotar mais esta vacina no tabela vacinal, caso seja de fato comprovada a sua eficiência e segurança para ser usada em campanhas de saúde pública.”

No fim de agosto, o auxiliar interino de Saúde do DF, Osnei Okumoto, reuniu-se com o emissário russo Sergey Akopov. Na comemoração, Okumoto demonstrou ambição do GDF em encerrar acordo com o país para a fabricação local. Não obstante, também não houve concretização da sociedade.

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